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A Jornada Afetiva da Mulher

  • Foto do escritor: Tainá Herrera
    Tainá Herrera
  • 22 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 24 de set. de 2025

Além do Mito do Amor Romântico: Desvendando a Jornada Afetiva da Mulher

Quantas vezes nos ensinaram um amor idealizado, cheio de sacrifícios silenciosos e expectativas que nos aprisionam? Crescemos ouvindo histórias que, muitas vezes, negligenciam a complexidade da nossa experiência afetiva como mulheres. Sentimentos de inadequação, culpa ou a sensação de que "não somos amadas o suficiente" podem ecoar em nós, toldando nossa capacidade de construir relações verdadeiramente nutridoras.

A autora Bell Hooks, com sua lucidez e sensibilidade, nos convida a questionar essas narrativas dominantes. Ela nos mostra que o amor, em sua essência, é ação, entrega mútua e respeito. Não se sustenta em hierarquias, dominação ou na anulação de quem somos. Para nós, mulheres, isso ressoa profundamente, pois tantas vezes fomos condicionadas a colocar as necessidades dos outros à frente das nossas, a silenciar nossa voz em nome de uma harmonia ilusória.

A dor nos relacionamentos, quando vivenciada por mulheres, carrega camadas históricas e sociais. A pressão para sermos "boas", "compreensivas" e "cuidadoras" pode nos levar a negligenciar nossos próprios limites, a aceitar menos do que merecemos e a nos perdermos na tentativa de atender às expectativas alheias.

Este espaço é um convite para desconstruirmos juntas esses mitos. É um lugar para reconhecermos a validade das nossas experiências, para nomearmos as dores que muitas vezes são invisíveis e para fortalecermos a nossa voz na construção de relações mais equitativas e amorosas – começando pelo amor-próprio.

Não se trata de encontrar "a metade que nos falta", mas de nos reconhecermos como seres inteiros e potentes, capazes de amar e ser amadas em nossa totalidade. Trata-se de cultivarmos relações baseadas no respeito mútuo, na honestidade e na liberdade de sermos quem realmente somos, sem a necessidade de nos moldarmos a padrões opressores.

Se você, mulher, se identifica com essa busca por um amor mais autêntico e libertador, se sente o peso de padrões relacionais que não te servem mais, este é um espaço de acolhimento e transformação. Juntas, podemos trilhar um caminho de autodescoberta e fortalecimento, para que o amor, em sua verdadeira essência, seja uma força de empoderamento em sua vida.



 
 
 

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