Autoestima: o Encontro com o Próprio Valor 🌷
- Tainá Herrera

- 21 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 27 de out. de 2025
“Ser livre é ser responsável por dar sentido à própria existência.” — Kierkegaard
A palavra autoestima tem sido usada de forma tão ampla que, muitas vezes, perde o seu verdadeiro significado. Não se trata apenas de gostar de si mesma ou de repetir afirmações positivas diante do espelho. A autoestima, sob o olhar fenomenológico-existencial, é o movimento de reconhecer-se como um ser em construção — imperfeito, múltiplo e em constante transformação.
Na clínica, percebo que a baixa autoestima geralmente não nasce da falta de amor-próprio, mas da dificuldade em se perceber com verdade. Quando vivemos distantes de quem somos, buscando atender expectativas externas, o olhar sobre nós se torna turvo.
A autoestima, então, é menos sobre “melhorar” e mais sobre aproximar-se. Aproximar-se de si, dos próprios limites, das próprias dores e também da potência que habita em cada gesto de presença.
🌿 O que a Perspectiva Fenomenológico-Existencial oferece?
O olhar sobre a experiência vivida: Compreendemos que a relação consigo mesma se manifesta de formas únicas em cada pessoa. Olhar para essa relação é abrir espaço para que a autenticidade se revele. A busca por sentido: A autoestima emerge quando reconhecemos a liberdade de sermos quem somos — mesmo quando isso exige coragem para nos sustentar em meio às incertezas. O acolhimento da imperfeição: Ser inteira não é ser completa. É estar em contato com a própria humanidade, com o que é vivo, vulnerável e verdadeiro.
Se você sente que tem vivido distante de si, talvez seja o momento de retornar com cuidado e gentileza. A psicoterapia pode ser esse espaço de reconexão — onde você se escuta sem pressa e reencontra o próprio valor.
🌷 Entre em contato e agende uma primeira conversa. Vamos juntas explorar o caminho de volta pra você.



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